
Qual final?
Vivo me perguntando
Por que a história é assim?
Em qual parte se confundiu e esqueceu
Que era pra ser feliz?
Dos planos que fizemos
De tudo que dissemos
Realmente foi dito?
Ou serão ecos que soam no ouvido?
Deixa eu apagar trechos?!
Ensinar pra ela seu caminho?!
Dar razão pra seu contexto
E corrigir o seu destino?!
Sonhamos o que era realidade e se perdeu
Deve ser por isso que sonhos são assim
Apenas sonhos, que se vão ao acordar
Como miragem de esperança
Que desaparece do lugar
Ou palavra escrita e depois apagada, descartada
Deixa eu apagar trechos?!
Ensinar pra ela seu caminho?!
Dar razão pra seu contexto
E corrigir o seu destino?!
Não foi só o sentimento que ficou
Nem tão pouco a lembrança
O gosto de muita coisa também
E uma humilde fagulha de esperança
Que se acende com o vento do pensamento
É a chama de um sentimento
Que insiste em esquentar
Só que queima!
Deixa eu apagar trechos?!
Ensinar pra ela seu caminho?!
Dar razão pra seu contexto
E corrigir o seu destino?!
Deixa corrigir o seu destino?
Deixa corrigir o meu destino?
Deixa..
Seja..
Acabe..
Feliz!
(Nuno Cesar Filho)
Nuno, transcorri pela simetria da tua poesia. Senti-me uma "litisconsorte passiva" na sua criação. Diz algo de mim. É muito envolvente a cadência dos versos.
ResponderExcluirParabéns!
Maria Gicele
Opa! Merece uma música!!
ResponderExcluirDemais meu irmão!!!
Nossa Maria, muito obrigado, fiquei lisonjeado. Quero ver mais coisas tuas aqui, pois, também, gostei demais do que já vi. Parabéns!
ResponderExcluirE Guiguiu, simm, merece uma música.. esse é teu dom.. manda vê!!!
Abraços e beijos! Atualizem!